Nutrição Holísitica. A Bíblia das Hormonas de Kate Callaghan

Nutrição Holísitica. A Bíblia das Hormonas de Kate Callaghan
Lançamento Junho 2017

quinta-feira, 20 de julho de 2017

Como os animais comunicam?

Como os animais comunicam?
A psicologia popular promove algumas noções comuns mas pouco sábias sobre a comunicação e a inteligência animal: lá porque a maioria dos animais ter um cérebro com uma estrutura menos complexa do que os seres humanos, não é por isso que eles têm menos inteligência, emoções reais ou capacidade de raciocínio, comunicando de forma rudimentar, como através de grunhidos, latidos e outros sinais corporais. Estas noções estão a mudar pelo facto de os cientistas continuarem a descobrir a complexidade de significados presentes em sons e gestos de criaturas, desde as abelhas às aves e aos macacos.
Muitos estão a começar a observar, com menos preconceito centrado no ser humano, as respostas comportamentais complexas e comprovadamente inteligentes dos animais. É claro que ainda existe muito a aprender com os próprios animais por meio de uma comunicação telepática direta, a linguagem universal. Isso acontecerá com melhores capacidades de observação e uma maior perspicácia.

sexta-feira, 14 de julho de 2017

Juntos Para Sempre de Walcyr Carrasco. 4Estações

Sonhei com uma história de amor. Uma história que começou durante o período da Inquisição e da caça às bruxas. E continuou noutra vida, na atualidade. Os detalhes do passado eram tão reais que resolvi fazer algumas pesquisas. Fiquei especialmente impressionado quando me informei sobre os dados históricos e eles confir- maram várias passagens do meu sonho.
O Reino de Granada existiu realmente. A Espanha só foi unificada pelos reis Fernando de Aragão e Isabel de Castela no final do século XV. Mesmo assim,até então era uma confederação de monarquias. Ainda hoje, algumas regiões da Espanha, embora submetidas ao governo central, possuem um certo grau de independência, com língua e administração próprias. Li bastante sobre bruxas. Muitas eram mulheres comuns, vítimas de maledicências e falsas acusações. Outras curavam doentes com ervas, sanavam braços e pernas partidos. Acusadas de pacto com o demónio, eram presas pelos agentes da Inquisição. As suas confissões eram extraídas sob torturas a cargo de um religioso. A Inquisição, como se sabe, foi implacável na Espanha antiga. Quando as supostas bruxas confessavam, eram queimadas na fogueira. Isto se não morressem antes, durante os interrogatórios. O romance com que sonhei despertou a minha intuição. Quando uma história surge na vida de um autor, esta ganha vida própria. Como a minha pesquisa original em África era sobre minas de diamantes, cheguei a descer 500 metros abaixo da terra, no campo de extração da De Beers, uma das principais empresas do mundo nesse mercado. Passei horas a percorrer as suas entranhas e a tentar encontrar um diamante – até porque, se algum visitante acha algum, a direção da companhia recompensa -o generosamente. Que ideia! O nosso guia trabalhou 24 anos debaixo do solo. Nunca achou um que fosse. Os diamantes são muito difíceis de encontrar. Já que estava em África, resolvi ver um pouco mais. Caminhos e coincidências surpreendentes levaram -me ao mundo dos leões. Pessoalmente, sempre fui um feliz proprietário de gatos e cães. Tenho um encanto especial pela maneira de sentir dos animais. Não só dos domésticos. Os selvagens atraem -me profundamente, por serem capazes de amar e proteger os seus companheiros e filhotes. Também se ligam aos seres humanos, em muitos casos dando demonstrações de fidelidade impressionantes. Ali, em África,conheci um rapaz que criava leões. Eram oito, a quem ele deu biberão desde bebés. Agora, entrava no espaço onde fi cavam confinados e brincava com eles como se fossem cachorrinhos, usando apenas luvas de couro para se proteger das mordidelas e patadas. Por mais carinhoso que seja, um leão é sempre um leão! Era uma intimidade impressionante. Não posso negar, o rapaz cheirava como um leão. Nunca enfi ei o nariz na juba de um leão para ter a certeza. Mas o cheiro deve ser bem parecido. O sonho ainda pairava sobre mim. Os leões agregaram -se à história de forma natural, como se fossem um pedaço perdido da trama que eu precisava de encontrar. Sei que todo este processo é muito misterioso. A minha mente criou tudo enquanto eu dormia durante a viagem de avião? Ou a história foi “sussurrada” por um ser imaterial? Realmente, não sei o que aconteceu. Para mim é um mistério. Só sei que este livro tinha de ser escrito.
Walcyr Carrasco

quinta-feira, 13 de julho de 2017

Alimente-se bem. Nutrição Holística. A Bíblia das Hormonas de Kate Callaghan. 4Estações


Introdução ao Sagrado Feminino.

Houve um tempo na história da Humanidade, entre
cerca de 30 000 a 3000 a.C. em que a Grande Deusa regia
toda a Vida. Nestas sociedades matriarcais do Neolítico, que floresceram cultural e socialmente e onde o paradigma vigente era o de vencedor -vencedor, a Mãe Terra, a Natureza, era o corpo da Deusa. A Grande Mãe era adorada e os seres humanos viviam em maior harmonia consigo mesmos e com a força vital.
Nas Américas, Ela era Pachamama; Ixchel para os Maias;
Mawu em África; Ísis no Egipto; Inana, Ishtar ou Astarte no
Médio Oriente; Kubaba na Turquia ou Cibele na Frigia (Anatólia, Turquia atual). Estas sociedades possuíam uma cosmovisão profundamente associada à sacralização da Vida, aos ciclos da Deusa -tríplice donzela, mãe, anciã, da Lua, da mulher, da Natureza, da consciência e dos seres vivos. Na Grande Mãe (Deméter) mulheres e homens  comungavam com o sagrado; as mulheres eram símbolos vivos da Deusa, no seu próprio corpo e sangue, ciclos, sexualidade, gravidez, maternidade.
As mulheres eram sacerdotisas mediadoras entre o sagrado e o humano, celebrantes de rituais que sacralizavam a vida quotidiana das populações, desde o nascimento à morte. Eram curadoras, conhecedoras de plantas curativas, parteiras do nascimento e da morte, e da Alma, xamãs dos mistérios da visão espiritual. A identidade humana estaria ligada à totalidade, à unidade fundamental da Vida/Mãe, neste estágio do seu desenvolvimento psíquico.
A partir da Idade do Bronze (3300 a.C.) e na Idade do Ferro, dá -se gradualmente o declínio destas sociedades e uma importante mudança de paradigma aconteceu nas sociedades humanas. As sucessivas invasões dos “kurgas”, tribos guerreiras caçadoras dos mares Cáspio e Negro, dizimaram e transformaram radicalmente a vida pacífica dos povos adoradores da Deusa. Como refere Riane Eisler em O Cálice e a Espada, “o mito original do divino feminino é intencionalmente deturpado ou destruído; o primado da força física, dureza, afirmação violenta, substitui a  eminização do  espiritual”.
As sociedades tornam -se mais belicosas, hierarquizadas, intolerantes e competitivas; uma nova espiritualidade e uma nova cosmovisão impõem -se durante milénios, pela lei do mais forte no domínio patriarcal que tão obscurantista tem sido.
O Sagrado Feminino é a espiritualidade emergente dessas antigas tradições matriarcais. A sua reemergência desde os inconscientes individual e coletivo, para onde foi “desterrada” durante o patriarcado, acompanha o processo inequívoco de profunda mudança de paradigmas, que está a ser colocado como desafi o e oportunidade à nossa civilização atualmente. 
Trabalho com o Sagrado Feminino desde 2005, em Portugal, Brasil, Irlanda e, mais recentemente, na Ásia, e feminina e arquetípica estão a crescer extraordinariamente no Mundo, como sinal dessa vital transição  paradigmática.
Os valores femininos da função sentimento, reabilitação da sabedoria intuitiva, cooperação com respeito pela diferença, negociações baseadas no princípio “vendedor -vencedor” em vez do patriarcal “vencedor -vencido”, a defesa incondicional da vida, são necessários mais do que nunca. O Sagrado Feminino reabilita as funções do hemisfério esquerdo do cérebro, o intuitivo sintético, não -verbal, artístico, holístico; resgata a matéria, o corpo, o instinto, da sua penosa e devastadora condição medieval, reconhecendo -a tão sagrada como o espírito; insta -nos a integrarmos a sombra – essa parte da nossa psique reprimida, negada, desconhecida, para que haja totalidade, individuação, iluminação.
Vera Faria Leal
Livro do Oráculo do  Sagrado Feminino de Vera Faria Leal. 
Uma edição do Castor de Papel/4Estações





o que constato é que a espiritualidade da Deusa e a psicologia

sexta-feira, 7 de julho de 2017

Amor às Claras e Corações na Escuridão.Emoções inesquecíveis.... Nas Livrarias -Castor de Papel



Ao subir os cinco lances de escadas para o apartamento de
Makenna, Caden sentia que tinham passado anos desde a última vez que lá tinha estado. Sentia, sem dúvida, que tinha envelhecido desde a última vez.
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A economia como desculpa. A Civilização do Medo. O Mundo como nunca o imaginámos. 4Estações Editora

A economia como desculpa




Volto a uma pergunta de sempre: «Está mais preocupado com o fim do mês ou com o fim do mundo?» Perante a perversidade de tal pergunta, especialmente em contexto de crise, as pessoas vão respondendo, geralmente: «Estou mais preocupado com o fim do mês.»

Quando a dieta está errada, a medicina é inútil. Nutrição Holística. A Bíblia das Hormonas de Kate Callaghan.4Estações

                                  Alimente-se bem  





Quando a dieta está errada, a medicina é inútil.
Quando a dieta está certa, a medicina é desnecessária.
– Provérbio ayurvédico
O alimento tem o poder de nutrir, curar e dar energia ao corpo. Como diria o famoso médico grego Hipócrates, «deixa que o alimento seja o teu medicamento e que o medicamento seja o teu alimento».

4Estações e Castor de Papel no Catálogo de verão das Livrarias Bertrand

4Estações e Castor de Papel no Catálogo de Verão das Livrarias Bertrand.
Amor às Claras
A Civilização do Medo. O Mundo como nunca o imaginámos.
Nutrição Holística. A Bíblia das Hormonas




segunda-feira, 3 de julho de 2017

Medo... O Mundo como nunca imaginámos e no qual vivemos. O que significa para nós... A Civilização do Medo?

A empresa humana
As revoluções não acontecem pela fome nem pela miséria, elas são sempre fruto de uma nova consciência. O medo, o sofrimento, a dor, o ego, são forças que contaminam a nossa realidade, impedindo -nos de expressar a consciência de nós próprios em tudo o que realizamos. Esta é, sem margem para dúvidas, a
maior de todas as crises!
Este «mudar o mundo» que aqui trago é um esforço que não depende de estratégias de guerra, muito menos de um qualquer enigma, nem tão pouco dos mercados financeiros, apenas do recentrar em torno desta ideia de CUIDAR. A economia do cuidar opõe -se à economia do medo.
Lembro que a crise presente, em especial a económica, é mais que qualquer outra resultado do nosso desamor. Assim como na vida, também em economia nos deveremos centrar essencialmente no cuidar a alma das relações. Só isso bastaria para resolver todas as guerras, todos os ódios…
Cuidar tornou -se a palavra mais esquecida do competitivo mundo das empresas, das escolas e, talvez por isso, das nossas vidas.

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Lançamento do Livro do Oráculo do Sagrado Feminino de Vera Faria Leal, na Fnac Coimbra


sexta-feira, 30 de junho de 2017

Nutrição Holística. A Bíblia das Hormonas da 4Estações na Revista Zen



http://thebookchimera.blogspot.pt/2017/06/insonia.html- Opinião sobre o livro Insónia da 4Estações Editora

quinta-feira, 29 de junho de 2017

Insónia

"Os olhos dela salvaram-lhe a vida."


Já andava a sonhar com este livro antes de a editora O castor de Papel me ceder um exemplar. Por isso, muito obrigado! Insónia é o primeiro volume da Saga Night Walkers, que promete não desapontar!



Parker Chipp não é o adolescente normal a que estamos acostumados. Nem está lá perto. Tem dezasseis anos e já não dorme há quatro. Quero dizer, todas as noites se deita e adormece, mas, em vez de descansar, entra nos sonhos da última pessoa com quem trocou contacto visual.

Não lhe basta olhar para a pessoa, ela tem de o olhar nos olhos também. Pode até parecer engraçado, mas acreditem, a vida deste rapaz não era nada fácil.

À beira da loucura pela falta de sono e aterrorizado pelos efeitos que a mesma pode ter no seu corpo, Parker tem medo de morrer. Não é propriamente por si, sabe que, se morrer, poderá descansar eternamente, mas pela sua mãe e os seus amigos, Finn e Addie. Não os quer deixar sozinhos.

Tudo muda quando, um dia, ao regressar a casa após ter feito contacto visual com Finn, quase tem um acidente de carro. Num cruzamento distrai-se e quase choca contra o carro de Megan, como ela disse que se chamava. Nessa noite, entra nos sonhos dela e, incrivelmente, consegue descansar.

Mais tarde, numa assembleia de alunos, Jeff, o capitão da sua equipa de futebol, anuncia que a equipa feminina da escola terá um novo membro, Mia, a sua nova irmã adotiva. O espanto é grande quando Parker percebe que Megan é realmente Mia e que lhe tinha mentido.

Agora, precisa de falar com ela e olhá-la no olhos para poder entrar de novo nos seus sonhos e descansar. Quando não o consegue fazer, a privação de sono é exponencialmente pior do que antes e, por isso, torna-se quase obrigatório olhar para Mia antes de adormecer.

Quando coisas estranhas começam a acontecer e tudo aponta para Parker, este perde o controlo. Não sabe o que faz nem se é ele próprio quem aterroriza Mia, mas de uma coisa tem a certeza: isso tem de parar!

A princípio fiquei um pouco reticente com o livro. A descrição de um dos sonhos de uma pessoa com quem Parker fez contacto visual - um assassino - fez-me crer quase tratava de uma daquelas obras se Suspense, quase terror. Mas não, este livro é, na sua plenitude, um Young Adult. Claro que tem elementos de Suspense e reviravoltas espetaculares, mas não deixa de ser uma história jovem e cativante.

A escrita é extremamente simples e de fácil compreensão. Como as personagens se tratam de adolescentes, o seu discurso é sempre leviano e descontraído. Gostei particularmente do modo como Parker pensava, tratava-se de uma introspeção profunda, na qual residiam dúvidas cruciais.

Algo que me surpreendeu foi o facto de pequenos pormenores e acontecimentos alheios à ação principal, se juntarem, no final, e conferirem à história uma nova realidade. Abrem uma porta para as muito procuradas respostas e para novas perguntas.

Por vezes achei que a ação se tornava um pouco repetitiva - os cenários de perseguição, por exemplo -, mas nunca aborrecida. Este é um daqueles livros que nos fazem ficar acordados de noite, não porque assustem, mas porque despertam a curiosidade e cativam de forma excepcional.

Mia é uma personagem intrigante. Consegue ser estupidamente corajosa e, outras vezes, ficar aterrorizada com a mais pequena coisa. Esse pormenor fez-me um pouco de confusão, uma vez que a rapariga conseguia, por vezes, enfrentar Parker como se não tivesse dúvidas que o poderia derrotar e outras praticamente fugia com medo.

Com um final completamente inesperado e inacreditável, Insónia dá asas a uma coleção que parece, sem dúvida, não querer desapontar! Estou ansiosa para que os volumes seguintes sejam publicados!


O Novo Livro do Pêndulo de José Medeiros, nas Livrarias e em www.castordepapel.pt